Você tem certeza de que a sua loja perde dinheiro todos os dias, você só não sabe por onde. Não é risco futuro, é conta que já está sendo paga, e que não aparece em relatório nenhum.
Ver os sete gargalos que eu encontreiVer os sete gargalos ↓Quatro operações brasileiras, nenhuma parecida: alto e baixo volume, ticket baixo com recompra, ticket alto. Cruzei tudo numa matriz e só parei quando ela estabilizou, quando nenhum padrão novo aparecia mais. Levou 7 meses.
Não são teoria. São os buracos que eu encontrei e tampei em quatro operações reais, com nome de pedido. E eles se repetem sempre nos mesmos sete lugares.
Não vou dizer aqui o que está errado em cada um deles. Se eu listo tudo nesta página, viro mais um post de dica que ninguém aplica. O que eu faço é rodar a varredura na SUA loja e te mostrar, com número, quais desses sete estão te custando dinheiro agora, e quanto.
Quero a varredura da minha lojaO anúncio funcionou. O tráfego chegou. E aí a página promete uma coisa que a loja não entrega, e o dinheiro da mídia já foi embora antes de qualquer venda acontecer.
A pessoa digitou nome, e-mail e telefone. Ela se identificou. E mesmo assim, quando some, ninguém sabe quem era nem tem como chamar de volta.
É a venda mais barata que existe, porque você já pagou por ela. E é justamente a que a maioria das lojas deixa cair no chão sem um único follow-up.
Quando eu presidia o Comitê de E-commerce do Brasil, a gente precisava de um número que explicasse o mercado inteiro numa frase. Nasceu o 1%, e virou dogma.
Eu ajudei a criar essa média. E hoje eu sei que ela é o inimigo silencioso da sua operação, porque ela junta coisas que não podem ser somadas. É o número que todo guru repete no palco, e é o número que menos serve pra decidir qualquer coisa.
Uma loja converte 0,1% no tráfego pago e 1,9% na recuperação. Some, divida por dois: dá exatamente 1%. A média diz que essa loja está na média do Brasil, e está tudo bem.
Só que não está. Essa loja está queimando dinheiro na mídia e sendo salva pela recuperação. São dois negócios diferentes dentro da mesma loja, e a média esconde os dois. Enquanto ela mira o 1%, o dono não sabe qual das duas pontas consertar.
É isso que a média faz: ela te dá um número redondo pra você dormir tranquilo, e some com a informação que pagaria a sua conta.
Conversão de verdade se lê torneira por torneira e furo por furo. Cada canal que traz gente pra sua loja converte diferente, e cada um dos sete furos vaza uma quantidade diferente de dinheiro. É esse mapa que decide onde você mexe primeiro, não a média do mercado.
Três casos isolados, cada um de uma loja e de um momento. Não são o total do estudo nem a soma do que a gente recupera: são exemplos do que acontece quando um furo é tampado. Tudo medido dentro da operação, sem estimativa e sem projeção.

Saiu de R$ 60,3 mil para R$ 100,4 mil por mês. Mesmo time, mesma estrutura de marketing, 66% a mais de faturamento. A conversão foi de 0,99% para 1,66%, quase o dobro. Nesse ritmo, são R$ 480 mil a mais em doze meses, numa loja só.

Numa loja só. São pedidos pagos que nasceram de um contato disparado pelo BCX-Brain: venda que já ia embora e voltou, sem um centavo de mídia nova.

Numa loja só. Não é e-mail de propaganda que qualquer um manda: é a inteligência indo atrás de quem a loja já tinha dado por perdida.
Resultados observados em operações reais em 2026. Variam por nicho, produto e investimento.
Abri com amigos de faculdade uma agência pioneira em trazer tecnologia pra comunicação. Assinei as primeiras implantações de ações digitais no Brasil de marcas que hoje são referência.
Trouxemos a realidade aumentada para o Brasil, quando o mercado ainda discutia se valia a pena ter site. Foi a primeira vez que eu vi de perto o que tecnologia nova faz quando chega antes da concorrência.
Antes de existir gateway de pagamento no Brasil, a gente vendia pelo site e passava o cartão na maquineta de papel carbono, na mão. Foi ali que eu aprendi a lição que carrego até hoje: e-commerce é operação antes de ser tecnologia.
Quando o pagamento online finalmente passou a funcionar no Brasil, a gente já estava com loja no ar e processo rodando. Estar cedo não é sorte, é ter aguentado o período em que ainda não dava dinheiro.
Comecei a operar portais de comunicação do mercado publicitário. São 18 anos publicando, todo dia, sobre o setor que eu ajudo a construir.
Presidi o Comitê de E-commerce do Brasil e escrevi os guias e a calculadora de e-commerce do Sebrae, usados por milhares de empreendedores. Também atuei na diretoria da ABRADI-SP.
Montei a operação que lançou centenas de lojas: designers, redatores, analistas, atendimento, estúdio próprio. Funcionava, e o custo da estrutura comia a margem antes do cliente ver resultado. Foi ali que eu entendi o que precisava mudar.
Paramos de esperar o mercado entregar a ferramenta certa e começamos a construir as nossas. Foi ali que nasceu o que hoje é o BCX-Brain, o motor que enxerga cada cliente da loja, um a um.
Os 27 anos viraram tecnologia. Hoje eu dirijo a estratégia das operações do ecommerce.CAMP, com uma inteligência que olha cada cliente, um a um, e me diz onde está o dinheiro na mesa.
É onde a gente quer chegar somando o que passa pelas nossas plataformas e o que os nossos clientes faturam. Não é número de slide, é o placar que a gente acompanha todo mês.
Já assinei ação digital de marca grande, e é de onde vem a bagagem. Mas quem eu atendo hoje é o dono que carrega a operação nas costas, não o comitê de marketing de uma multinacional.








Eu não trabalho sozinho, e é por isso que funciona. Eu cuido da estratégia, o meu time do ecommerce.CAMP cuida da gestão, do suporte operacional e de toda a infraestrutura, e o BCX-Brain, a nossa inteligência, gera o dado que sustenta a conversa. No fim do mês a gente senta, olha o número junto e a decisão é tomada a quatro mãos, a minha e a sua.
Pro founder que decide sozinho. Que tem a operação nas costas, sente que está deixando dinheiro na mesa e não tem com quem dividir a decisão de estratégia. Ele não precisa de mais uma opinião: precisa de alguém que sente do lado dele com o número, e de um time atrás que faça acontecer.
Esse time é o ecommerce.CAMP: gestão e suporte operacional do dia a dia, e toda a infraestrutura tecnológica da loja, ferramentas, configurações, integrações e APIs. Você para de ser o operador da própria empresa.
Começa pelo ticket, que todo dono sabe de cabeça. O resto a conta faz sozinha, com o tráfego que você já paga.
Me conta onde você acha que está travando. Eu olho a sua operação antes da conversa e chego com a análise pronta.
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