Roberto Calderon Falar comigo
O principal estrategista de e-commerce com IA do Brasil

O que eu descobri com R$ 1 milhão em vendasos sete gargalos do e-commerce brasileiro

Você tem certeza de que a sua loja perde dinheiro todos os dias, você só não sabe por onde. Não é risco futuro, é conta que já está sendo paga, e que não aparece em relatório nenhum.

Ver os sete gargalos que eu encontreiVer os sete gargalos
27 anosoperando e-commerce no Brasil
+700operações lançadas
Founderdo ecommerce.CAMP e do Link2Shop
O desafio que eu me dei

Analisar R$ 1 milhão em vendas reaischeckout por checkout, um a um

Quatro operações brasileiras, nenhuma parecida: alto e baixo volume, ticket baixo com recompra, ticket alto. Cruzei tudo numa matriz e só parei quando ela estabilizou, quando nenhum padrão novo aparecia mais. Levou 7 meses.

4
operações reais, perfis diferentes
2.946
checkouts, um a um
1.774
compradores tela a tela
7
meses de análise
Metodologia declarada
Critério de paradaSeguiu até a matriz estabilizar: os mesmos padrões nas quatro operações, sem ponto novo surgindo.
Amostra2.946 checkouts reais: 2.309 pedidos gerados e 637 abandonos capturados, sem contar duas vezes quem abandonou e voltou pra comprar.
VolumeR$ 993.246,25 em vendas passaram por esses checkouts.
Profundidade1.774 compradores acompanhados tela a tela, do carrinho ao pagamento.
OrigemQuatro operações brasileiras de segmentos totalmente diferentes.
ColetaDado próprio, analisado pelo BCX-Brain, sem identificar cliente final.
Balde tombado despejando água azul numa grande poça no chão
O que eu encontrei

Nunca vi tanto dinheiro sendo deixado na mesa.

Ilustração: torneiras de mídia, busca e social despejando num balde com sete furos rotulados, e só um fio de água chegando ao copo
O que a varredura achou

7 lugares onde a sua lojavaza dinheiro

Não são teoria. São os buracos que eu encontrei e tampei em quatro operações reais, com nome de pedido. E eles se repetem sempre nos mesmos sete lugares.

Não vou dizer aqui o que está errado em cada um deles. Se eu listo tudo nesta página, viro mais um post de dica que ninguém aplica. O que eu faço é rodar a varredura na SUA loja e te mostrar, com número, quais desses sete estão te custando dinheiro agora, e quanto.

Quero a varredura da minha loja
O pior que pode acontecer

Você paga pelo cliquee perde a venda depois que ela já era sua

01
"Gasto uma grana em mídia e o cliente chega, mas não fecha."

O anúncio funcionou. O tráfego chegou. E aí a página promete uma coisa que a loja não entrega, e o dinheiro da mídia já foi embora antes de qualquer venda acontecer.

02
"O cliente passa pela identificação e a loja não sabe quem ele é."

A pessoa digitou nome, e-mail e telefone. Ela se identificou. E mesmo assim, quando some, ninguém sabe quem era nem tem como chamar de volta.

03
"Ele chega no checkout, trava, vai embora e ninguém corre atrás."

É a venda mais barata que existe, porque você já pagou por ela. E é justamente a que a maioria das lojas deixa cair no chão sem um único follow-up.

Cem copos enfileirados e um balde despejando água: só um copo está cheio
Cem visitantes na sua loja, um comprador. É só isso que o 1% quer dizer.
A tese

A média de conversão
no Brasil é de 1%Ela está te enganando
e parte é minha culpa

Quando eu presidia o Comitê de E-commerce do Brasil, a gente precisava de um número que explicasse o mercado inteiro numa frase. Nasceu o 1%, e virou dogma.

Eu ajudei a criar essa média. E hoje eu sei que ela é o inimigo silencioso da sua operação, porque ela junta coisas que não podem ser somadas. É o número que todo guru repete no palco, e é o número que menos serve pra decidir qualquer coisa.

O exemplo que derruba a média

Uma loja converte 0,1% no tráfego pago e 1,9% na recuperação. Some, divida por dois: dá exatamente 1%. A média diz que essa loja está na média do Brasil, e está tudo bem.

Só que não está. Essa loja está queimando dinheiro na mídia e sendo salva pela recuperação. São dois negócios diferentes dentro da mesma loja, e a média esconde os dois. Enquanto ela mira o 1%, o dono não sabe qual das duas pontas consertar.

É isso que a média faz: ela te dá um número redondo pra você dormir tranquilo, e some com a informação que pagaria a sua conta.

Conversão de verdade se lê torneira por torneira e furo por furo. Cada canal que traz gente pra sua loja converte diferente, e cada um dos sete furos vaza uma quantidade diferente de dinheiro. É esse mapa que decide onde você mexe primeiro, não a média do mercado.

Prova viva

Números de operação, não de slide

Três casos isolados, cada um de uma loja e de um momento. Não são o total do estudo nem a soma do que a gente recupera: são exemplos do que acontece quando um furo é tampado. Tudo medido dentro da operação, sem estimativa e sem projeção.

Balde com o furo tampado e o copo transtransbordando
Mais R$ 40.000 por mês

Na mesma loja, sem verba nova de mídia

Saiu de R$ 60,3 mil para R$ 100,4 mil por mês. Mesmo time, mesma estrutura de marketing, 66% a mais de faturamento. A conversão foi de 0,99% para 1,66%, quase o dobro. Nesse ritmo, são R$ 480 mil a mais em doze meses, numa loja só.

Funil dourado recuperando a água que vazava e devolvendo ao copo
Recuperamos R$ 23.736

Com uma ação só de inteligência

Numa loja só. São pedidos pagos que nasceram de um contato disparado pelo BCX-Brain: venda que já ia embora e voltou, sem um centavo de mídia nova.

Envelope despejando água no copo
Recuperamos R$ 35.220

Em um disparo só

Numa loja só. Não é e-mail de propaganda que qualquer um manda: é a inteligência indo atrás de quem a loja já tinha dado por perdida.

Resultados observados em operações reais em 2026. Variam por nicho, produto e investimento.

Trajetória

Vinte e sete anos no jogo, com você e não de fora

1999

Tecnologia dentro da comunicação

Abri com amigos de faculdade uma agência pioneira em trazer tecnologia pra comunicação. Assinei as primeiras implantações de ações digitais no Brasil de marcas que hoje são referência.

2001

A realidade aumentada antes de todo mundo

Trouxemos a realidade aumentada para o Brasil, quando o mercado ainda discutia se valia a pena ter site. Foi a primeira vez que eu vi de perto o que tecnologia nova faz quando chega antes da concorrência.

2004

A primeira venda pela internet, com cartão carbonado

Antes de existir gateway de pagamento no Brasil, a gente vendia pelo site e passava o cartão na maquineta de papel carbono, na mão. Foi ali que eu aprendi a lição que carrego até hoje: e-commerce é operação antes de ser tecnologia.

2007

As primeiras transações de venda online de verdade

Quando o pagamento online finalmente passou a funcionar no Brasil, a gente já estava com loja no ar e processo rodando. Estar cedo não é sorte, é ter aguentado o período em que ainda não dava dinheiro.

2008

Os portais que eu cuido até hoje

Comecei a operar portais de comunicação do mercado publicitário. São 18 anos publicando, todo dia, sobre o setor que eu ajudo a construir.

2014

Comitê de E-commerce e os guias do Sebrae

Presidi o Comitê de E-commerce do Brasil e escrevi os guias e a calculadora de e-commerce do Sebrae, usados por milhares de empreendedores. Também atuei na diretoria da ABRADI-SP.

2017

Quarenta pessoas num prédio de 1.500 m²

Montei a operação que lançou centenas de lojas: designers, redatores, analistas, atendimento, estúdio próprio. Funcionava, e o custo da estrutura comia a margem antes do cliente ver resultado. Foi ali que eu entendi o que precisava mudar.

2023

As primeiras ferramentas próprias de inteligência artificial

Paramos de esperar o mercado entregar a ferramenta certa e começamos a construir as nossas. Foi ali que nasceu o que hoje é o BCX-Brain, o motor que enxerga cada cliente da loja, um a um.

2026

A bagagem virou inteligência artificial

Os 27 anos viraram tecnologia. Hoje eu dirijo a estratégia das operações do ecommerce.CAMP, com uma inteligência que olha cada cliente, um a um, e me diz onde está o dinheiro na mesa.

2027

A meta: R$ 100 milhões

É onde a gente quer chegar somando o que passa pelas nossas plataformas e o que os nossos clientes faturam. Não é número de slide, é o placar que a gente acompanha todo mês.

Com quem eu sento hoje
Marca própria · D2C · Founder que decide sozinho · Quem vende direto pro cliente final

Já assinei ação digital de marca grande, e é de onde vem a bagagem. Mas quem eu atendo hoje é o dono que carrega a operação nas costas, não o comitê de marketing de uma multinacional.

Lançamento do Guia de E-commerce
Guia de E-commerce
Imersão com Alfredo Soares
Imersão, Alfredo Soares
Debate com Ricardo Amorim
Debate, Ricardo Amorim
Evento com Martha Gabriel
Evento, Martha Gabriel
Palestra no Sebrae
Palcos do Sebrae
Comitê de E-commerce
Comitê de E-commerce
Prêmio Destaque do Ano
Destaque do Ano
Painel de mercado
Painéis de mercado
Como trabalhamos juntos

Meu papel não é te dar conselho.É decidir junto com você.

Eu não trabalho sozinho, e é por isso que funciona. Eu cuido da estratégia, o meu time do ecommerce.CAMP cuida da gestão, do suporte operacional e de toda a infraestrutura, e o BCX-Brain, a nossa inteligência, gera o dado que sustenta a conversa. No fim do mês a gente senta, olha o número junto e a decisão é tomada a quatro mãos, a minha e a sua.

Pra quem eu faço isso

Pro founder que decide sozinho. Que tem a operação nas costas, sente que está deixando dinheiro na mesa e não tem com quem dividir a decisão de estratégia. Ele não precisa de mais uma opinião: precisa de alguém que sente do lado dele com o número, e de um time atrás que faça acontecer.

Esse time é o ecommerce.CAMP: gestão e suporte operacional do dia a dia, e toda a infraestrutura tecnológica da loja, ferramentas, configurações, integrações e APIs. Você para de ser o operador da própria empresa.

Três frentes, uma decisão

  • Eu, na estratégia: leitura dos seus números com os cortes que a média esconde, e a decisão do mês tomada com você
  • O meu time do ecommerce.CAMP: gestão, suporte operacional e toda a infraestrutura, ferramentas, configurações, integrações e APIs
  • O BCX-Brain, a nossa inteligência: olha cada cliente da sua loja e gera o dado que sustenta a conversa
  • Você continua dono da decisão. Para de executar e não precisa mais decidir sozinho.
Conversar sobre a minha operação

Quando eu não sou a pessoa certa

  • Se você quer alguém pra trocar a cor de um banner. Isso o nosso time faz, e faz rápido. Eu sento com você pra decidir a estratégia.
  • Se você procura a opção mais barata do mercado.
  • Se a sua operação vive de marketplace e não quer construir canal próprio.
  • Se você quer uma aula. Eu posso fazer uma consultoria individual, mas não é dentro desse escopo. Aqui eu não vendo curso, nem palco, nem a próxima reunião.
Sem rodeio

Todas as perguntasque os founders me fazem

"Isso serve pro meu tipo de negócio?"
O estudo cobriu quatro perfis que não têm nada a ver entre si: alto volume, baixo volume, ticket médio-baixo com recompra e ticket médio-alto. Os mesmos sete gargalos apareceram nos quatro. O que muda de um pro outro é a ordem de prioridade, não a lista.
"Você faz ou só me diz o que fazer?"
Eu decido com você e o time executa. Você não vira operador de ferramenta nem precisa montar equipe pra isso.
"Isso é mentoria?"
Não. Mentoria te diz o que fazer, consultoria entrega um PDF, agência cobra por hora. Aqui eu sento do seu lado, a gente decide junto e o meu time executa. Se o que você quer é uma aula, eu faço, mas é outra conversa e não é esta página.
"O que acontece com o meu time?"
Ele fica, e passa a trabalhar junto com o meu. O seu time conhece o produto e o cliente, o meu cuida da tecnologia, da operação e da execução do dia a dia. Ninguém é substituído: o que muda é que o seu time para de apagar incêndio de ferramenta e volta a trabalhar em venda e em crescimento.
"E se eu já tenho agência?"
A gente trabalha junto com ela. A agência segue na criação e na mídia, e a gente entra na estratégia e na medição: taguea a loja inteira, mostra o que cada canal traz de verdade e devolve esse dado pra ela. Na prática a performance da agência melhora, porque ela passa a otimizar com número na mão em vez de otimizar no escuro.
"Em quanto tempo eu vejo diferença?"
Os gargalos mais caros costumam ser os mais rápidos de tampar. A curva que está aqui nesta página quase dobrou a conversão, e começou a virar já no primeiro mês.
"Quanto custa?"
Está na calculadora aqui embaixo, com os seus números. Ela te dá o ponto de partida, dimensionado pelo porte da sua operação, pelo volume de pedidos ou pelo ticket médio. É mensalidade fixa: sem porcentagem sobre a sua venda, sem taxa por pedido, sem fee escondido, um valor só com plataforma, inteligência, suporte operacional e o time de estratégia inclusos. O número final a gente fecha conversando, olhando a sua operação, e a calculadora já te mostra na mesma tela com quantos pedidos a mais no mês essa conta se paga.
"Meu faturamento é pequeno demais?"
Não precisa adivinhar. Põe os seus números na calculadora aqui embaixo: em dez segundos ela mostra quanto a sua loja deixa na mesa hoje e diz, na lata, se faz sentido a gente conversar agora ou se o seu caminho ainda é outro.
"Fico preso por quanto tempo?"
O primeiro contrato segue a regra do ecommerce.CAMP: 90 dias sem risco, pra você conhecer a operação por dentro. Não gostou, cancela, sem multa e sem discussão. Passados os 90 dias entra o contrato de um ano, e mesmo nele a saída é livre avisando com 30 dias. Em mais de 20 anos a gente nunca segurou ninguém por contrato.
"Minha loja precisa vir pra plataforma de vocês?"
Se você quer tampar os sete furos, sim. Não dá pra fazer isso com a inteligência pendurada por fora da loja: ela só enxerga cada cliente porque mora dentro da operação. E a conta costuma surpreender: na maioria dos casos a nossa operação inteira sai mais barata do que a soma do que você já paga hoje entre plataforma, ferramentas e freelancer. Em várias migrações que a gente fez das principais plataformas do mercado, a funcionalidade que faltava até existia lá, só que custava mais de dez vezes o que a gente cobra por tudo. A migração é por nossa conta, não demora e não tira a sua loja do ar.
A conta com os seus números

Quanto a sua loja deixa na mesatodo mês

Começa pelo ticket, que todo dono sabe de cabeça. O resto a conta faz sozinha, com o tráfego que você já paga.

R$ 200
R$ 40R$ 2 mil
R$ 150.000
R$ 20 milR$ 1 mi
750
calculado: faturamento ÷ ticket
75.000
2 mil800 mil
1,00%
O que está na mesa
+R$ 99.000
Conservador
1,50%
Realista
2,00%
O caso real
1,66%
A nossa estrutura, ponto de partida
R$ 3.400
por mês, fixo, tudo incluso. O número final a gente fecha conversando.

Faz sentido conversar

Quero a varredura da minha loja

Escritório de Roberto Calderon
Falar com o Roberto Calderon

Sua loja tem tráfego, tem produto,e mesmo assim não vende?

Me conta onde você acha que está travando. Eu olho a sua operação antes da conversa e chego com a análise pronta.

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27 anos
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lançadas desde 1999
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autor dos guias e da calculadora
Comitê de E-commerce
ex-presidente